quarta-feira, agosto 25

Run, Forest.

Olho do alto da torre a tua displicência desfilar debaixo dos teus cabelos macios.
Em fuga fácil, teus braços esbarram nas paredes do labirinto. E você grita por seus muros, pelos espinhos, pelo silêncio.

Sinto desconforto pela visão de quem queria sentir o chão logo abaixo dos pés. A torre é sua, não a minha casa. Você é um covarde.