Run, Forest.
Olho do alto da torre a tua displicência desfilar debaixo dos teus cabelos macios.
Em fuga fácil, teus braços esbarram nas paredes do labirinto. E você grita por seus muros, pelos espinhos, pelo silêncio.
Sinto desconforto pela visão de quem queria sentir o chão logo abaixo dos pés. A torre é sua, não a minha casa. Você é um covarde.

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